Ushuaia é literalmente o fim do mundo. Conhecida como a cidade mais austral na terra, a capital da província da Terra do Fogo foi colônia penal no início do século XX por ser um lugar desolado, no meio do nada….ah…e os presos trabalhavam no Parque Nacional da Terra do Fogo, provavelmente uma das maiores atrações de Ushuaia depois do Canal Beagle.

Depois de aproximadamente 20 horas de viagem, que incuiu uma travessia de balsa do Estreito de Magalhães chegamos às 23:00h a Ushuaia. Nosso albergue não teria vaga até o dia seguinte, então ficamos em um mais ou menos só por uma noite. O lugar acabou sendo mais pra menos do que pra mais, com pessoas estranhas dividindo nosso quarto, uma excursão de 500 adolescentes de segundo grau e um café da manhã pavoroso….nosso única experiência ruim de albergues em toda a viagem.

Nossa estadia lá foi fria, mas com sol, fomos ao Parque Nacional duas vezes (uma delas pro Nathan pescar) e fizemos um tour de barco pelo Canal Beagle para ver pinguins…..ebaaaaaaa…pinguins!!!

Essa foi a última parada da nossa viagem. De avião, voltamos a Buenos Aires onde passamos duas noites e de lá…Eu voltei pro Brasil e o Nathan pros EUA.

Estreito de Magalhães

Estreito de Magalhães

Balsa atravessando o Estreito
Parque Nacional Terra do Fogo
Parque Nacional Terra do Fogo
Parque Nacional
Parque Nacional
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Castoreira
Castoreira

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Nowhere else in the world I'd rather be
Nowhere else in the world I’d rather be
Minha amiga a raposa
Minha amiga a raposa
Farol do fim do mundl

Farol do fim do mundo

Leões marinhos.....

Leões marinhos.....

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Nosso quarto no Free style hostel....muito bom
Nosso quarto no Free style hostel….muito bom

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Com Evita Perón

Com Evita Perón

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Ewwwwww

Ewwwwww

El Chaltén é conhecida como a capital argentina do Trekking.  A cidadezinha de 500 habitantes recebe apaixonados por montanhas, trilhas mais fácies e escaladas para os mais profissionais. Apesar de pólo turístico, a cidade não tem bancos, caixas eletrônicos, supermercados, nada……MARAVILHOSO! Há poucas televisões, rádios e o isolamento do resto do mundo é total.

A trilha mais famosa é a que leva à cobiçada montanha Fitz Roy, na fronteira da Argentina com o Chile. São 3.375 metros a serem subidos em um lugar onde o clima raramente ajuda (chuva, ventos inacreditáveis e neve). Na nossa primeira tentativa, acordamos cedo, em um dia nublado, e após andarmos por duas horas, resolvemos voltar, o frio, vento e neve não nos deixaram realizar a parte mais íngreme e perigosa da trilha. Decidimos voltar no dia seguinte.

Dia seguinte: acordamos com um céu azul, sol brilhando (coisa raríssima em Chaltén) e resolvemos refazer a trilha até o Fitz Roy. Nos acomapnhando foi Mona, uma norte-americana que viajava sozinha. Dessa vez, logo no começo conseguimos ver de longe os picos de pedra, e nos animamos de saber que, em algum momento, esgtaríamos lá. O caminho foi longo, as últimas duas horas foram de subida íngreme, bolhas nos pés, joelhos doendo, mas finalmente atingimos o topo. A neve não havia derretido por completo, na verdade ainda havia muita, o que fez a subida ainda mais linda. A vista é indescritível. De lá de cima, estamos cara a cara com os picos de pedra do Fitz Roy, vemos o vale, o lago Viedma, e estamos pertinho do céu.

A aventura de cerca de oito horas foi fantástica, mas nos deixou quebrados. E como o dia seguinte amanheceu chovendo, resolvemos encerrar por aí nossas aventuras em El Chaltén, tiramos o dia para descansar e partimos rumo ao nosso destino final: Ushuaia.

 

El Chaltén
El Chaltén
Albergue Patagônia
Albergue Patagônia
Starting point
Starting point
Subindo
Subindo

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Geleira no meio da montanha
Geleira no meio da montanha

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Snowwwwwwwww
Snowwwwwwwww
Com Mona lá no topo
Com Mona lá no topo
Olha a nossa cara de quem acabou de dominar o mundo!
Olha a nossa cara de quem acabou de dominar o mundo!

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Vista de lá de cima
Vista de lá de cima

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Pica-pau

Pica-pau

Mais 17 horas na estrada, cinco horas na rodoviária e mais quatro em outro ônibus e chagamos a El Calafate. A cidade é longe mais vale a pena, o lugar é lindo, a cidade lembra Campos do Jordão…e tudo é caro, mas de primeiríssima qualidade.

O albergue com chão aquecido foi uma agradável surpresa em uma cidade onde o vento frio é incessante.

Além da Geleira Perito Moreno não ha muito o que fazer na cidade, mas nós acabamos ficando lá por mais alguns dias devido a um problema de grana. Como toda cidade turística brasileira, chegou uma hora que acabou o dinheiro nos caixas eletrônicos (todos os quatro) e como a próxima cidade no nosso roteiro, El Chaltén, não tem bancos nem caixas 24 horas, nós só poderíamos ir para lá com todo o dinheiro necessário em cash.

Perito Moreno em si é um espetáculo a parte. Enorme, azul e enigmática, a geleira é absolutamente fantástica. No tour de um dia inteiro, vimos a geleira pelo lado, pelas passarelas depois tomamos um barco e passamos em frente dela e finalmente fizemos um mini-trekking em cima da geleira. Nem o frio nem a neve estragaram o incrível passeio. Os laguinhos e cavernas de um azul indiscritível, quando vistos de perto dão a senseção de estar em outro planeta. E, no final do passeio, os guias servem Whisky com gelo da geleira para comemorar o trekking. Para os visitantes de El Calafate, recomendo vivamente esse passeio.

A infinite estrada para El Calafate

A infinita estrada para El CalafateVista do quartoVista do lago Viedma

Perito Moreno....finalmente

Perito Moreno....finalmente

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Grupo fazendo trekking na geleira

Grupo fazendo trekking na geleira

Yoga on the rocks

Yoga on the rocks

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Parece outro planeta

Parece outro planeta

Whisky on the rocks

Whisky on the rocks

Lago Viedma

Lago Viedma

 

Depois de 17 horas de viagem chegamos em Puerro Madryn, uma cidade litorânea de com cerca de 60 mil pessoas famosa pela avistagem de baleias e pela enorme colônia de pinguins. A cidade é calma, limpa, e o ritmo de vida é muito diferente do de Buenos Aires.

A primeira surpresa veio ao dar um passeio pela praia assim que chegamos. Já de cara, da praia mesmo dá para ver baleias, mais de uma, pulando mostrando a cauda. O clima estava bom, o frio não era tanto, o vento no entanto era muito, e muito forte.

Ficamos no albergue Hi Patagonia Hostel, muito bom, muito confortável, com um dono muito hospitaleiro e disposto a ajudar e dar dicas do que quer que precisamos. De terças e quintas ele dá um churrasco para os hóspedes, que para os comedores de carne deve ser muito completo. Para mim, ele assou uma truta, pão e vegetais.

No segundo dia na cidade (28/10), acordamos, tomamos café e sentamos para esperar a van da excursão que nos levaria à Península Valdéz ver as tão esperadas baleias. Após espararmos 45 minutos, fomos reclamar ao funcionário do albergue do atraso, e para surpresa dele e vergonha nossa, ele nos informou que a van não estava atrasada, estava marcada para as 7:30 e ainda eram 7:15. “Vocês atrasaram o relógio de vocês em uma hora quando chegaram de Buenos Aires né? “…..humm…nao. Andamos pela cidade um dia inteiro, fizemos várias coisas e nem por um minuto suspeitamos que precisávamos mudar a hora no relógio. Bom, lição aprendida.

O passeio pela Península Valdéz foi inesquecível, vimos Maras (parece um coelho misturado com Capivara), Guanacos (parece um lhama), pinguins, Leões e elefantes marinhos e baleias….muitas baleias. As baleias foram a melhor parte. Fomos de Van até a reserva nacional da Península Valdéz, e na cidadezinha de Puerto Piramides pegamos um barco para ver as baleias. Setembro/Outubro é a melhor época para ver as baleias, pois é quando os filhotes já estão grandes o suficiente para sair e “ver o mundo”. Elas são muito dóceis e curiosas e chegam perto do barco para ver o que está acontecendo, pulam, se exibem, um verdadeiro show.

 

Filhote de Baleia Franca Austral saltando
Filhote de Baleia Franca Austral saltando
Que lindaaaaaaaaaaaaa!!!!

Que lindaaaaaaaaaaaaa!!!!

Cauda

Cauda

Mãe e filhote

Mãe e filhote

Guanaco

Guanaco

Flamingos

Flamingos

Salina Grande

Salina Grande

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Elefantes marinhos

Elefantes marinhos

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Puerto Madryn

Puerto Madryn

Curtindo uma praia

Curtindo uma praia

Buenos Aires definitivamente não é mais a mesma de quando ha conheci ha 10 anos. Os efeitos da crise (crises) econômica estão por toda parte. As crianças de rua nos metrôs e nos restaurantes são inúmeras, os vendedores ambulantes tomaram conta das ruas e os grafiteiros pixam frases de revolta por toda a cidade. Mas de resto, a cidade continua um charme com suas construções antigas, livrarias, feiras, jovens estilosos, praças e milhares de ótimos restaurantes com muita carne e bons vinhos.

Buenos Aires não era o objetivo da minha viagem, então passei nela apenas dois dias na ida, como ponto de partida da minha viagem e dois na volta, para dar uma descansada, comprar souveniers e pegar o vôo de volta para casa.

Os dois albergues que fiquei são ótimos e recomendo a todos que tem planos de ir à cidade. Ambos o Hostel Estoril na avenida de Mayo e o Hostel Obelisco na Avenida Corrientes são bem localizados podendo ir à pé a vários pontos turísticos da cidade, perto de estações do metrô, relativamente seguros, limpos, organizados, com uma ambiente divertido para os festeiros e com toda a infra-estrutura necessária.

A cidade é grande, mas anda-se a pé ou de metrô para as principais atrações turísticas da cidade. O ideal é ficar localizado na região central (perto do Obelisco), de lá se anda até San Telmo, Praça de Mayo, Casa Rosada, Congresso Nacional, o calçadão da Calle Florida, Teatro Colón e Puerto Madero. E para todos os outros lugares da cidade êsta região est;a repleta de linhas de ônibus e estções de metrô.

Bom, seguem as fotos:

No Jardim Botânico
No Jardim Botânico
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Mil pessoas nas ruas????

Mil pessoas nas ruas????

 
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Com Oliver, amigo espanhol, na feira de San Telmo
Com Oliver, amigo espanhol, na feira de San Telmo
Feira de antiguidades
Feira de antiguidades
Tango!
Tango!
La Boca
La Boca
La Casa Rosada

La Casa Rosada

Terraço do Hostel Estoril

Terraço do Hostel Estoril

Falta tempo e computadores com conexao decente para mandar mensagens e fotos, entao vou tentar mostrar algumas rapidinho. Já estivemos em Buenos Aires, Vimos baleias de pertinho em Puerto Madryn e ontem (01/11) finalmente vi Perito Moreno de perto e fiz um pequeno trekking na enorme massa de gelo. Sim, eu estou morrendo de frio…..mas vale a pena.

Bom, algumas fotos. Depois posto mais.

 

Buenos Aires

Buenos Aires

 

Baleia em Puerto Madryn

Baleia em Puerto Madryn

 

Finalmente Perito Moreno

Finalmente Perito Moreno

 

Minha geleira

Minha geleira

 

Tomando minha primeira Quilmes

Tomando minha primeira Quilmes

 

Companheiro de aventuras

Companheiro de aventuras

Tudo pronto

Já tenho passagem, a mochila está pronta, documento na mão, reservas nos albergues, pesos na mão, ponto de encontro marcado com o travel buddy e uma vontade enorme de partir. Só me falta agora sobreviver às próximas 24 horas que certemente serão infinitamente longas.

A mochila

Uma vez li a seguinte frase em um dos blogs da vida: “Se você viaja para deixar tudo para trás, não faz sentido levar tudo contigo”. E é isso que tenho em mente quando eu arrumo minha mala.

Minha companheira de viagens, a TR, é uma mochila de 75 litros que nunca carregou mais de 15 kilos. Com ela eu faço viagens de 20 dias, 3 meses e, apesar de estar meio acabadinha, ainda pretendo levá-la em uma viagem ao redor do mundo. Para essa viagem ela está pesando 11 kg. Meu objetivo eram 10kg.

 

Minha TR pronta para a viagem

Minha TR pronta para a viagem

Fazer a mala exige bom senso, principalmente se você pensar que terá que carregar cada kilo nas costas. É essencial levar somente o necessário. Além disso, falo por experiência própria, que é importante balancear todo o conteúdo dentro da mochila para que o peso seja distribuído de forma uniforme….a coluna agradece. Para essa viagem (e na maioria das outras) na minha mala levo o seguinte:

- Roupas adequadas para o clima da região (duas calças, uma bermuda, 5 blusas, uma blusa de lã, cachecol, casaco corta-vento e impermeável, havaianas, bota de trekking, touca, luvas, fleece e 5 trocas de meias e roupa de baixo)

- Canivete, relógio, lanterna

- Produtos para higiene básica (shampoo, condicionador, hidratante, sabonete….)

- IPod/carregador

- Óculos de sol, boné, protetor solar, capa de chuva/ toalha

- Cadeado para trancar as malas e o locker

- Sacos plasticos impermeáves para toalha molhada e/ou roupas sujas

- Máquina Fotográfica, pilhas, carregador, cartões de memória

- 2 livros: Guia de viagem da Argentina e “A jangada de pedra” do Saramago

- RG, pois para entrar na Argentina nós brasileiros não precisamos de passaporte.

- Uma mochila menor (que carrego dentro da grande) para levar em trilhas ou andar pela cidade

Mas arrumar a mala/mochila não é fácil, e por mais que você se concentre sempre tem algo que que é levado desnecessariamente ou deixado para trás. Para isso é sempre legal fazer uma lista e ir riscando os itens conforme forem sendo adicionados na mochila.

A título de curiosidade, há vários sites, livros e até palestrantes especializados em ensinar a arrumar as malas para viagens de negócios, de férias, para pais com filhos pequenos…enfim, uma infinidade de possibilidades. Dêem só uma olhada:

www.onebag.com - dicas de como arrumar uma mala leve mas com todo o necessário

www.smartpacking.com - site do livro Smart Packing

www.travelite.org - Blog atualizadíssimo com o que há de novidades no mundo das malas, mochilas e da arte de se prepar o mais eficientemente para uma viagem

Para os que têm suas próprias dicas do que não pode faltar na mochila……deixe um comentário com sugestões :-)

Tá chegando….

E a minha ausência nesse blog é apenas um dos reflexos do tempo passando rapidamente enquanto a lista de coisas a fazer só cresce. Arrumar mochila, ficar de olho no câmbio, fazer reserva em albergue, pesquisar horário de ônibus na Argentina, atualizar as músicas no IPod, agendar o pagamento das contas que ficam, lavar as roupas que vou precisar, assaltar o armário das minhas irmãs para ver o que me pode ser útil, revisar roteiro com o “travel buddy” que está lá do outro lado do mundo, fazer as últimas compras, arrumar carona até o aeroporto, isso fora todos as tarefas rotineiras do trabalho, de casa, das aulas…..Ufa……quem foi que disse que entrar de férias não cansa.

A passagem aérea

Depois de muito pesquisar e aguardar o momento certo do dólar, comprei minha passagem de Sampa para Buenos Aires. Escolhi a data e horários mais adequados para mim e…..enter, estava comprada a passagem. Há cerca de um mês recebi um e-mail da Aerolíneas Argentinas, informando mudanças nos meus planos. Segue baixo a simpática mensagem:

Prezado Cliente,
 
Informamos que sua passagem aérea sofreu alteração de embarque pela companhia aérea.
 
Segue abaixo cópia de sua reserva com itinerário já alterado:
  
1.CARVALHO/SULAMITA
 
AR1263 25OCT (GRU) São Paulo (EZE) Buenos Aires Saída 06:30 Chegada 09:25             
AR1244 16NOV (EZE) Buenos Aires (GRU) São Paulo Saída 16:10 Chegada 18:57       
 
É indispensável o contato telefônico conosco no prazo de 24horas a partir do recebimento deste e-mail para efetuarmos a re-emissão de seu bilhete eletrônico.
 
A ausência desse procedimento inviabilizará o seu embarque.
 
Caso não seja aceito as novas possibilidades de vôos, a companhia aérea disponibilizara o reembolso integral.
 
Agradecemos sua compreensão e aproveitamos para nos colocar a sua total disposição, caso se faça necessário.
 
Atenciosamente,
 
Operações Aéreo.

Concluíndo…..o vôo que eu havia comprado saindo às 10:20 de São Paulo, foi tirado de linha. Não existe mais – as Aerolineas hermanas estão passando por uma crise séria…..once again . Ou eu aceitava embarcar às 6:30h da madrugada (além de chegar no aeroporto com as duas horas de antecedência necessárias para embarque internacional) ou eu ficava sem viajar no dia planejado e teria que procurar outra passagem, agora com o dólar muito mais alto. Não podendo abrir mão de nenhum dia no meu itinerário já enxuto….decidi por madrugar  no aeroporto de Cumbica e pegar o vôo das 06:30h. E o pior é que eu vou reclamar para quem? Qual o equivalente argentino do PROCON?

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